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Atire no Dramaturgo - um blog de Mário Bortolotto


OURINHOS – 33 ANOS DEPOIS

Eu tinha 12 anos de idade. Era coroinha na Igreja do Jardim do Sol em Londrina. Aí um dia um sujeito apareceu por lá (acho que era Frei ou algo assim) e perguntou quem queria ir pro seminário. Eu não fazia muita idéia do que era, só sabia que era longe de casa. Então disse que queria ir. Lembro da minha irmãzinha chorando quando meu pai me deixou no seminário e ela entendeu que eu não ia voltar. Lembro que naquela noite, no escuro do dormitório entre as 55 camas de outros garotos também desconhecidos, chorei baixinho sem que ninguém percebesse. Foi a última vez que chorei. Quer dizer, chorei outras vezes na vida (a maioria delas, escondido, é claro), mas foi a última vez que chorei no seminário. Passei dois anos nesse seminário na cidade de Ourinhos em São Paulo. Depois passei outros três no seminário de Apucarana. Hoje vou pra Ourinhos (33 anos depois) participar de um festival de teatro na cidade. Vou com o espetáculo “Brutal”. A atriz Helena Cerello vai substituir excepcionalmente nessa apresentação a atriz Martha Nowill. Fiquei lembrando daqueles dois anos em Ourinhos. Da gente trabalhando no sítio (cortando cana, cortando arroz, arrancando feijão e soja), das noites em que matamos os morcegos que estavam se escondendo na igreja, do campeonato de futebol em que ganhei medalha de “melhor goleiro”, de todas as brigas que me meti, das sessões de cinema de “Uma janela para o Céu” e “Deu a louca no mundo”, dos banhos gelados que a gente tomava, da Vânia Guadalupe que era tão inteligente quanto bonita e eu sentava algumas carteiras perto dela, dos finais de semana na Fazenda Paraíso e das noites de vigília no campo de futebol onde eu deitava no gramado e ficava tentando entender como o mundo podia ser assustadoramente imenso.

Hoje vou estar em Ourinhos 33 anos depois.

Às 15h vou bater um papo com o Jefferson Del Rios sobre Dramaturgia Brasileira Contemporânea – No Centro Cultural “Tom Jobim”.

E às 20h30 vamos apresentar o espetáculo “Brutal” no Teatro Municipal Miguel Cury.

Essa é a formação com Helena Cerello - Foto de Renato Parada

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E em São Paulo, Marcelo Montenegro apresenta o seu “Tranqueiras Líricas”. Imperdível



Escrito por Mário Bortolotto às 08h21
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+ BRUTAL

O meu amigo Pinduca (Ademir Assunção) também escreveu sobre a peça

A BRUTALIDADE QUE NUNCA CESSA


 

Eu vi a montagem do Jairo Matos, há uns 3 anos. Saí incomodado. Brutal é um pesadelo. E a nova montagem do Mário Bortolotto (autor do texto) é ainda mais densa e tensa. O texto é realmente brutal. A luz, claustrofóbica. A trilha sonora, um tijolo atirado direto nos ouvidos. Mário não suaviza nada (exceto na última fala da personagem representada por Érica Puga). Se ele quis (e certamente quis) jogar na cara da platéia o quanto pessoas vazias podem ser perigosas, conseguiu. Todos que entram na sala, óbvio, sabem que aquilo que está acontecendo no palco é teatro. Mas o incômodo vem justamente daí: aquilo que está sendo “representado” pode ressurgir (se é que alguma vez na história parou de acontecer) há qualquer momento. Basta um psicopata inventar uma nova fórmula para a salvação e convencer uma legião de pessoas carentes, confusas e fodidas, que a merda está feita. Quando se percebe o tamanho da encrenca, já é tarde. Não é isso que a gente vê nas madrugadas em vários canais de televisão: templos lotados de pessoas anestesiadas tentando comprar o tickett da salvação? Imagina se um desses pastores das ovelhas perdidas inventa que a culpa de todos os males do mundo é dos infiéis, e que as coisas só tomarão jeito quando todos eles forem eliminados? Não é essa a origem dos grandes massacres?

 

PS: o elenco todo está literalmente “matador” (Laerte Mello, Maria Manoella, Érika Puga, Carolina Manica). Mas, na minha espelunqueira opinião, são surpreendentes as atuações de Walter “Batata” Figueiredo, Marthinha Nowill e Luciana Caruso. Porra!

                                                       (Ademir Assunção)


E aqui o link da matéria que o programa "Metrópolis" fez sobre a peça: http://mais.uol.com.br/view/xiddtuwnvlqs/metropolis--espetaculo-brutal-04023972C8895366?types=A



Escrito por Mário Bortolotto às 14h48
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KIM ESTÁ VIVO E SEMPRE APARECE

Ontem foi o dia de reencontrar Douglas Kim. Ele apareceu lá na Galeria. Cantou, dançou, passou instruções para os músicos, consternou e alegrou os amigos na mesma medida, chocou aqueles que ainda não o conheciam, derrubou nossos copos de whisky, enfim...Douglas Kim. O que é que voces esperavam? Não tá gostando? Fica amigo do Gugu Liberato. Tava com saudades desse grande amigo. Como o ninja que é, ele desaparece de vez em quando, às vezes por meses, e aí quando você menos espera, lá está ele novamente. É o cara. Sempre bom te reencontrar, meu amigo.

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Hoje acontece a terceira apresentação de "Brutal". A idéia é começar às 24h. Às vezes a gente atrasa, mas quero deixar claro aqui que atrasos não acontecem por desleixo nosso. O que acontece é que o teatro nos é entregue às 23h30. Quer dizer, fica difícil marcar toda a luz do espetáculo em meia hora. Então é por isso que pode acontecer algum tipo de atraso. Mas a gente se esforça pra ficar dentro do horário. O Linguinha já está quase ganhando o cobiçadíssimo prêmio "Nêgadete" de montagem. Nosso amigo Marcelo Montenegro escreveu sobre a peça:

Semana passada fui à estréia de Brutal. Parlapatões lotadaço. Eu sou amigo do Mario Bortolotto, autor e diretor da peça. Conheço, convivo e trabalho com o Marião praticamente desde que ele chegou a São Paulo, 1996, 1997. O Mario é mais que um amigo. Aprendi a operar som e luz, a criar trilha e iluminação assistindo e trabalhando nas peças do Cemitério de Automóveis. E ali, na estreia, me dei conta de que eu não tava na cabine de operação técnica de uma peça do Mario depois de muito muito tempo. Enquanto fumava um cigarro lá fora, ouvi vários “ué, você não tá lá em cima?”, “você vai assistir da platéia”? De modo que foi emocionante estar lá, por si só. Eu sou amigo do Batata também. Mais que amigo. Eu e o Batata somos amigos, sei lá, há 30 anos. O Batata, por exemplo, era o cara “da vila” que compartilhava comigo esse papo furado de poesia. Ele é um dos grandes culpados por eu escrever. Já raspando os 40 anos de idade ele decidiu se aventurar nessa de ser ator. Eu sabia que ele seria um ótimo ator. E ele arriscou e foi com tudo. Hoje mais pessoas sabem que ele é um puta ator simplesmente porque é ele mesmo que tá ali, com a porra da sua vida toda socada lá dentro. Então, ver ele abrindo a peça foi, por si só, emocionante também. Fora isso – até pra eu parar de constranger os brothers e a mim mesmo – sou amigo da Marthinha, da Manu, da Erica Puga, do Laerte Mello – que tão bem para caralho – e de praticamente todo o elenco. E aí alguém pode achar que eu não posso falar bem da peça porque sou suspeito. Lógico que sou, mas quem não é?, como diria o Tavares. O imparcial é um canalha, como diz o Marcelo Mirisola. Que, aliás, no prefácio que fez para o livro do Nilo Oliveira, fala mais ou menos isso. Que ele, sendo amigo do Nilo, chegaria ao mesmo lugar que alguém com “distanciamento” também chegaria: o fato de que o livro do Nilo é um puta livro. Brutal é uma puta peça. Das mais punks do Mario. E das mais complexas. Imagino que o Marião deva ouvir um monte de comentários estranhos depois. Muito fácil alguém levar a compreensão dessa peça para outro lado. Para vários lados. Para um milhão de lados. Muito fácil as pessoas levarem a compreensão de qualquer coisa para qualquer lado na hora que bem entenderem. Acho que o texto fala um pouco, e muito, disso também. Sei lá. É como se o Mario tivesse feito uma espécie de estudo sobre o fanatismo, qualquer fanatismo – “gente vazia pode ser muito perigosa” (é foda isso, né? essa frase). Tensa, soturna, engraçada, pesadaça. Sem contar, lógico, o clima fudido marcado pela iluminação e pela trilha sonora. E disso, por conta de tudo que escrevi aí em cima, eu posso falar de camarote.

                                                                               (Marcelo Montenegro)

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E hoje (mais precisamente nessa madrugada) acontece o lançamento do novo CD dos nossos amigos das "Velhas Virgens", o "Ninguém beija como as lésbicas". Acho que vai ser um show du caralho. O Paulão vai se vestir de Elvis, porra.

O lançamento acontece no Inferno Club - Rua Augusta, 501 - Consolação - São Paulo - Tel.: 3120-4140 - Depois da meia-noite, né? O show mesmo deve começar lá pelas 2 da manhã.

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E já está no ar na mini-série "Corpo Presente" do Mutarelli, o episódio em que o Peréio e eu matamos o próprio Mutarelli e o Zé do Caixão. Entrem lá pra ver. Momento antológico: http://www.teatroparaalguem.com.br/casa/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=3&Itemid=7

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PÉROLAS DINIZÍACAS

Diniz dança

O Facebook é mesmo um lugar curioso. Do mesmo jeito que você pode encontrar frases inspiradas, você pode encontrar também alguns campeões de obviedades. Da mesma maneira que você pode descobrir que a Renatinha Calmon é uma escritora bem bacana, você também pode confirmar a chatice de certas pessoas que você conhece. Eles são chatos o tempo inteiro, inclusive escrevendo. Aliás descobri que é possível ocultar as pessoas. Está sendo muito providencial. E o Diniz está lá também, para nosso deleite, com suas pérolas dinizíacas. Ontem eu tava na Galeria e fiquei navegando um pouco antes da jam. Comecei a rir sozinho lendo os posts do Diniz. Acho que ele tava se preparando pra ir dançar em algum lugar (pelo menos é o que dá pra presumir) e depois ele já está no lugar e fica postando comentários de como está sua “noitada”. Genial. Só o Diniz é capaz de comentários como esses:

gomalina glostora , terno branco , cravo , duas gotas de azzaro , estou chique para a noitada

ôpa , já ia esquecendo , um panamá

agora sim , pareço o popeye espinafrado

gatanhosas e cocotinhas , levem o lencinho pq vou flechar muitos corações

estão tocando umas músicas modernosas , eu quero dançar bolero

ola tu és guapa hermozila dame el prazer de la contradancita , tus ojos son esmeraldinos

caramba as moças do salão estão muito enjoadinhas

vou bolar uma estratégia para me dar bem no salão

estou no bico do corvo , vou tomar um energético para animar

dancei com a pepa matacravos , pelo menos não fiquei no zero a zero

ela foi embora , caracoles



Escrito por Mário Bortolotto às 10h16
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MULHERES, BLUES E MUITO WHISKY - ME PARECE UMA TRINDADE SAGRADA

"Você parece desanimado. Tudo certo?"

"Perdi uma mulher."

"Logo vêm outras, e você também vai acabar perdendo elas."

"Pra onde elas vão?"

"Experimente isso aqui."

Era uma garrafa em um saco. Tomei um gole. Vinho do porto.

     (Do livro "Factotum" de Charles Bukowski)

Estou lendo o livro "Texto Autobiográficos" do grande Buk. Na verdade é uma espécie de apanhado de vários textos de vários livros do homem seguindo uma ordem cronológica acompanhando a sua vida. Então começa lá com trechos do "Misto Quente", passa por "Factotum" e segue em frente. Entre os textos há alguns poemas geniais que eu não conhecia e alguns trechos do livro "Septuagenariam stew" que eu também não conhecia. Muito bom de ler. Tava comentando com o Napão dia desses sobre o livro (ele tá carregando o livro dentro de uma mochila e fica lendo em toda pausa que lhe sobra) e a gente falava que dá vontade de reler toda a obra do cara. Incrível como o prazer se renova. Desde o dia que li "Cartas na Rua" na Biblioteca de Londrina até hoje, é incrível como o prazer se renova ao ler o Velho. Foda mesmo. Mas ele tava falando de mulheres aí em cima. Essa história de perder as mulheres. Nós, homens, somos sujeitos tão miseráveis que nos apegamos à qualquer migalha. Lembram de Cazuza, né? "Migalhas e restos me interessam" ou "Nosso amor a gente inventa". Ele sabia, embora dizem que não gostava muito de mulheres pra coisa em si que nos interessa tanto. Mas e daí? Acho que os sentimentos não mudam muito. A verdade é que ele entendia do assunto. Então de vez em quando acontece da gente gostar de uma mulher. Digo, gostar razoavelmente a ponto de inventar algo parecido com "amor" e idealizar histórias e fazer planos. Planos podem matar um pobre iludido. É um passo pra se sentir um grande fracassado. E convenhamos, temos talento pra isso, né? E nós temos propensão a nos iludir. E às vezes acontece da mulher também parecer gostar minimamente da gente. Aí a armadilha tá lá, sorrindo por trás da teia, sabe como é? O que nós nunca vamos entender é que as mulheres tem interesses diferentes dos nossos. Em algum momento de suas vidas, elas podem até voltar a sua atenção para sujeitos como nós que bebem sozinhos esperando vagar a mesa de bilhar. Mas elas vão se distrair em breve. Há coisas melhores por aí, desde um sujeito que sabe se vestir e falar as palavras certas até alguma marca nova de batom que só elas conseguem diferenciar. Então o melhor a fazer é beber de alguma garrafa e procurar se iludir o menos possível. Vamos continuar gostando muito delas. E não há nada que possa impedir isso. E assim vamos seguindo pro fim. Talvez algum motorista desavisado e maluco apareça e nos jogue pra fora da estrada, mas se isso não acontecer, prosseguimos em nossa caminhada de formiga cdf para o fim inevitável.

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E hoje a gente toca lá na Galeria. Aquela jam de amigos de sempre. Apareçam por lá. A entrada é franca. A gente toca algumas músicas cínicas e outras cruelmente auto-irônicas. Basa, Flavinho Vajman e eu. A partir das 22h (Coletivo Galeria - Rua dos Pinheiros, 493). O bar fica por conta do Trovão que promete (e quase sempre cumpre) cerveja gelada, Jim Beam para os músicos e vinho para as garotas.

Algumas fotos que peguei do blog da Lu Duarte (dona da galeria) das noites por lá.

Basa, o Bebum e Fábio Brum

Batata tomando conta do microfone

Fábio Brum e Luciana Vitaliano

Fabiana Vajman solta a voz (e o corpo)

Com Guizé

Martinha e Gabriel assumindo os backings

Clarah Averbuck cantando um blues

Com Robério Santana (do "Camisa de Vênus")

Com Rubens K

Flavinho



Escrito por Mário Bortolotto às 14h36
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Acabei de ver essa foto no Facebook da Fefas (produtora da nova montagem de "A Lua é minha", texto de minha autoria que deve estrear no ínicio de Novembro em São Paulo). É o meu personagem "Fabiana". O mais bacana de ser autor de teatro é ver os seus personagens se materializando dessa maneira.



Escrito por Mário Bortolotto às 17h30
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A estréia ontem foi muito maneira (já que tô no Rio, tenho que falar assim). Completamente lotada. Hoje é o segundo dia da temporada.



Escrito por Mário Bortolotto às 13h21
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FUTURO LA HAINE

Feriado no Rio de Janeiro. Ruas cheias. Sol inclemente. Comi um negócio chamado Wraps. É bacana. Pedi um Mexicano. Pensei no tal Toscano, bem mais leve. Mas fiquei mesmo com o Mexicano. Wraps. Interessante. Na volta um brother carioca me explicava sobre as mílicias do Rio. Caramba. futuro Mad Max total. Ou me lembrou um pouco o filme "O ódio" do Kassovitz. Paulo de Tharso adora esse filme. Eu também. Vi na estréia na Mostra de cinema de São Paulo trocentos anos atrás. Os atores estavam na exibição. Vincent Cassel ainda muito jovem. /eu era muito jovem. Todos nós já fomos. Chapei no filme. Tenho em VHS. E tenho também a trilha. O Brother me contando que o crack tá invadindo o Rio. Multidões de zumbis se materializando nas janelas dos carros implorando por 2 reais. Os traficantes não aceitam moedas. Pergunto o motivo. Ele explica que as moedas caem dos bolsos quando os traficantes estão fugindo. Ou fazem barulho quando eles entram no mato. Se aparecer com moeda na boca, perde a grana e ainda leva uma coça que é pra ficar esperto. Futuro "La Haine" pra John Carpenter colocar sua câmera no lugar certo. Minha amiga Paulinha Cohen ouve "Bortolotto Blues" no meu MP3. Canta o refrão: "Então vê se goza logo pra gente voltar pro bar". Acha que a música é "fofa". Caramba, Paulão! Diz que me trouxe um presente do Uruguai. É uma surpresa. Acho que eu tô na Raul Pompéia, é isso? Gosto de Copacabana. Me sinto bem aqui, Fausto Fawcett. Amanhã a gente estréia "A noite mais fria do ano". Vai ser legal. Amigos cariocas, apareçam. Mirisola, me manda seu número de telefone.

 



Escrito por Mário Bortolotto às 18h59
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WEBERSON E AS VELHAS E OS VERSOS DE FALÓPIO / E MAIS UMA PÁ DE COISAS

O Weberson Santiago é um puta ilustrador. E ele ficou encarregado de fazer os desenhos pro encarte do novo disco das "Velhas Virgens", o "Ninguém beija como as lésbicas". O disco vai ser lançado dia 16 de Outubro, mas já tem um clipe em animação rolando no You Tube. O clipe foi produzido pelo Weberson e ficou muito bacana. Entrem lá no blog dele pra assistir. É o clipe da música "Velho Safado".

http://www.webersonsantiago.blogspot.com/

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E as garotas de Londrina do blog "Versos de Falópio" resolveram me eleger o "Homem de Domingo" (acho que é desse domingo, né?). Achei engraçado. Elas colocaram o meu poema "A mim me gustam las muchachas putanas" e o link que está no You Tube onde leio esse poema no evento "Poesia Voa" no Rio de Janeiro. A partir de amanhã, serei um mero homem de segundas feiras sozinho na minha kitchenete, ou melhor, viajando pro Rio de Janeiro. Mas hoje pelo menos sou o tal "homem de domingo" de 6 belas garotas lá da minha cidade natal. Bem bacana. A Samantha ainda me escreveu perguntando se eu me importava. Só se eu fosse louco, né?

O link : http://versosdefalopio.blogspot.com/

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E o Rafael Souza (da banda "Inimitável Fábrica de Jipes" de Maringá) me mandou algumas fotos do show que fizemos lá. Foi uma noite du caralho.

Com Rafael Souza cantando "Walking on the city" com nossa banda.

O maluco aí embaixo é o grande Reinaldo Moraes

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E já está no ar o primeiro episódio da mini-série de Lourenço Mutarelli (Corpo Presente) onde eu apareço contracenando com o Pereio (nesse tem também o Silvio Restiffe). Foi muito divertido gravar com essa rapaziada. É o episódio 17.

o link: http://www.teatroparaalguem.com.br/casa/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=3&Itemid=7

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E o Leonardo Cortez tá com sua "Trilogia Canalha" em cartaz lá no Centro Cultural São Paulo. Ele havia me pedido pra divulgar aqui já há algum tempo, mas como eu sou o mó desorganizado, só lembrei algora. Bem, Léo, desculpa aí. Antes tarde...sobrando um tempinho, passo aí pra conferir o trampo.

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OCUPAÇÃO PAULO LEMINSKI

 

E a exposição “Paulo Leminski” (tramada e arquitetada pelo meu amigo Pinduca (o poeta Ademir Assunção) continua no Itaú Cultural. Tá boa pra caralho. Quem ainda não foi visitar, tá marcando. Carcarah me contou que foi dia desses lá e passou a tarde inteira. E no site do Itaú Cultural tem um depoimento que eu dei aqui na minha kitchenete. A rapaziada do site baixou aqui com câmera, luzes e todos os apetrechos técnicos e gravaram uma entrevista comigo. Só agora assistindo a bagaça é que eu me toquei que falei pra caralho. O depoimento está dividido em três partes.

 

Pra quem interessar, é só clicar nesse link, vai em "Artistas", clica em Paulo Leminski e depois em “depoimentos”. Tem também um do Boris Schnainederman.

 

Link : http://www.itaucultural.org.br/ocupacao/

 



Escrito por Mário Bortolotto às 13h39
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TERÇA-FEIRA ESTRÉIA NO RIO DE JANEIRO



Escrito por Mário Bortolotto às 06h57
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